Exemplo 1

Empresa A, na competência de agosto, apurou um total a pagar de INSS na GPS de R$18.503. A empresa B não é desonerada e não tem compensações. O contábil da Empresa A e seu contábil reportou um total de GPS a pagar relativo à retenção de INSS nas notas fiscais de prestação de serviços de R$3.100,00 (que foram reportadas através da EFD-Reinf). Empresa A fechou os periódicos do eSocial para a competência de agosto sem nenhuma pendência, e os totalizadores retornados conferem corretamente.

 
 

A Empresa A está preparada e, para ela, o processo da DCTFWeb será mais simples. Basta acessar o serviço dentro do prazo, fazer as últimas verificações, transmitir a DCTFWeb e, logo após, emitir e recolher a guia do INSS.

 

Exemplo 2

Empresa B, na competência de agosto, apurou um total a pagar de INSS na GPS de R$22.789,85, considerando uma compensação de créditos de períodos anteriores de R$12.522,44, já incluindo as compensações legais (salário maternidade e salário família) que foram calculadas automaticamente pelo sistema de folha de pagamento ADP. A empresa B não é desonerada, e seu contábil reportou um total de GPS a pagar relativo à retenção de INSS nas notas fiscais de prestação de serviços de R$4.200,00 (que foram reportadas através da EFD-Reinf).
 
A empresa B utilizou o PER/DCOMPweb e conseguiu utilizar o valor total do crédito a compensar, que equivale ao que ela tinha lançado no sistema de folha de pagamento ADP, no valor de R$12.522,44.

Porém, na competência de agosto, a empresa B, de seus 20 empregados, não conseguiu processar a remuneração de 5 deles no eSocial (S-1200 com erro). Dessa forma, o totalizador da empresa (S-5011) ficou a menor, resultando em um valor de R$26.484,21 ou invés do valor esperado de R$35.312,29.

 
 

A empresa B deverá seguir com o processo da DCTFWeb, mas terá de se utilizar da contingência do governo para efetuar o complemento do valor a ser pago pois a DCTFWeb emitirá guia com valor a menor, conforme cálculos acima.

 

Exemplo 3

Empresa C, na competência de agosto, apurou um total a pagar de INSS na GPS de R$22.789,85, utilizando uma compensação de créditos de períodos anteriores de R$12.522,44, já incluindo as compensações legais (salário maternidade e salário família), que foram calculadas automaticamente pelo sistema de folha de pagamento ADP.

A empresa C também está enquadrada no Programa Brasil Maior e a contribuição patronal é total substituída pelo recolhimento de contribuição previdenciária sobre a receita bruta (folha de pagamento 100% desonerada - enquadrada na Lei nº 12.546/2011). No sistema de folha ADP foi informado o valor total da receita/faturamento, para fins de cálculo do redutor da folha de pagamento, e resultou em um valor para recolher em DARF de CPRB no valor de R$17.811,76. Embora o sistema de folha ADP calcule o valor da DARF, as informações que comporão o valor de CPRB a ser recolhido na DCTFWebserá prestado pelo sistema fiscal/contábil por meio da EFD Reinf.
 
Além das informações referentes à CPRB, o sistema fiscal/contábil também encaminhou via EFD Reinf, um total de GPS a pagar relativo à retenção de INSS nas notas fiscais de prestação de serviços de R$4.200,00.
 
A empresa C utilizou o PER/DCOMPweb e conseguiu utilizar o valor total do crédito a compensar, que equivale ao que ela tinha lançado no sistema de folha de pagamento ADP, no valor deR$12.522,44.
 
Porém, na competência de agosto, a empresa C, de seus 20 empregados, não conseguiu processar a remuneração de 10 deles no eSocial (S-1200 com erro). Dessa forma, o totalizador da empresa (S-5011) ficou a menor, resultando em um valor de R$17.656,14 ao invés do valor esperado de R$35.312,29.